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sábado, 3 de setembro de 2011

Palco da Vida


Por: Regina Volpato

Regina Volpato 01Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá à falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!

sábado, 21 de maio de 2011

Transex: é o novo tema da montagem de “Transparência”, que promove novamente encontro de Nelson Albissú e Sebah Vieira

JHENIFFER LUDERITZ vive sua primeira personagem transexual : “Claudia Rosas”

PRÊMIO PROAC E SECRETARIA DO ESTADO DE CULTURA DE SP

 

APRESENTA:

 

SINOPSE

Entre o glamour e dificuldades da carreira de um artista para chegar ao sucesso: Claudia Rosas é uma transexual, que mora em uma pensão e vive maus bocados no seu dia a dia. Do ápice das gargalhadas ao drama mais profundo: assim é a trajetória desta personagem rica de fantasias, sonhos e tristezas.

O AUTOR E DIRETOR TÊM TRAJETÓRIAS DISTINTAS

Ambos premiados e reconhecidos, seguem um caminho diferente da personagem Cláudia Rosas.Nelson Albissú e Sebah Vieira não vivem mais o deslumbramento de artistas iniciantes, ao mesmo tempo em que não se prendem à brevidade do reconhecimento e continuam buscando trabalhos de qualidade.

O tema central é a história de uma atriz que tenta fazer sucesso, mas é obrigada a lidar com o preconceito e descaso. O espetáculo mostra um outro lado do anonimato: aquele em que um artista tenta fazer sucesso e ser reconhecido. Além da critica da busca pela fama, a mensagem que o espetáculo passa é de alerta, para as dificuldades da profissão de artista, principalmente numa época em que o talento parece ter sido deixado de lado para que a beleza se torne o item mais importante de um currículo.

A peça faz rir e refletir com as personagens cheias de vida e humor e, ao mesmo tempo, muito bem construídas e de paralelos traçados com a tumultuada vida dos artistas de hoje. Segundo o diretor, a encenação caminhou junto aos os elementos de idéias que vinham surgindo, seguindo a linha teatral da comédia. A peça de Nelson Albissú uma comédia que ri e faz lembrar que o artista que sonha, precisa saber que não há somente alegrias na vida, mas, às vezes, grandes desilusões.

“O espetáculo possui uma vibração que surpreende o espectador, desde as primeiras falas até o desfecho carregado de emoções”, conta Sebah Vieira. A direção busca manter a riqueza do texto e também explorar a experiência da atriz, estimulando o senso de humor de cada um deles.

JHENIFFER LUDERITZ Cursou Escola Tablado - RJ, Laura Alvim - RJ, Nilton Travesso - SP, Grupo Tapa (Convidada pelo ator/diretor Guilherme Santana) e Estúdio Fátima Toledo. Gravou muitos programas na Rede Globo, como: Linha Direta, Angel Mix, Zorra Total e novela Esplendor. No teatro, atuou em inúmeras peças: “Memória de um cabo de vassoura”, “Machadiando”, “Brincando de Brincar”, “A Bela e a Fera”, “Vem buscar-me que ainda sou teu”,etc. Participou também de musicais, tanto cantando, quanto atuando como bailarina Flamenca, dentre eles, “Fronteiras da Alma”, “Mapas da Vida” (Teatro Fábrica) e “Tecendo Almas” (Teatro Viga).

Participou de quadros televisivos como: Riso e Improviso, Show de Improviso, Aero Tom, Batalha dos Humoristas e O Curral, todos quadros do programa Show do Tom – Rede Record.

AUTOR – NELSON ALBISSÚ (Atualmente o autor é diretor de cultura da Prefeitura de Mogi das Cruzes em SP)

Mestre em teatro, formado pela Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA). Como dramaturgo escreveu várias peças entre elas: A Última Estação, Transparência, O Encontro em Tremim, D’ Olho no Brasil, Entardecer, Circo de Bichos, Carrossel de Histórias, Mulheres à Vista, entre outros. Como diretor, além de textos próprios, dirigiu “As Troianas” e “Medéia” de Eurípides, textos da obra de Moliere, Gógol e Shakespeare e Teatro Infantil. Nelson é professor de teatro e leciona na Universidade Católica da Santos, Fundação Lusíada, Santos e Universidade de Brás Cubas em Mogi das Cruzes. Tem 44 livros de literatura infanto-juvenil publicado E PREMIADOS como melhor Juvenil94 – Prêmio Adolpho Aizen.

DIRETOR - SEBAH VIEIRA - Comemorando 15 anos de carreira o ator já atuou em diversas novelas da Rede Globo como “Chiquinha Gonzaga”, “Vira – Lata”, “Sala e Merengue” e o “Fim do Mundo”, além de participar da série A Princesa Isabel e Marquesa de Santos na TV Cultura. Atualmente estava em TITITI Globo

No cinema: Atuou em A Curra, O Maior Amor de Todos e Vudu, Juizo final.

No teatro: Atuou em A Paixão de Cristo, Apocalipse, Sete Gastinhos, Salomé, Três Marias, Heliogabalo, Transparência, Bonitinha mas Ordinária, Bonifácio Bilhões, Deus lhe Pague, A estrela Sou Eu, entre outras.

Como Apresentador: Apresentou o programa Casa & Cultura na TVA e o programa Central de Cultura na CNT por dois anos, ganhando os prêmios de melhor programa pela Camara Municipal de SP e o premio destaque da Revista Objetiva.

FICHA TÉCNICA

Texto de Nelson Albissú

Direção de Sebah Vieira

Coreografias e Preparação Corporal – Robson Bispo

Fotografia – Batista Lima

Cenário – Sebah Vieira

Iluminação – Gustavo Soares

Sonoplastia – Vagner Cezarei

Contra-Regra - Wemerson Vieira

Produção – Central de Cultura Entretenimento

Assessoria de Imprensa – JR Assessoria

SERVIÇOS

Espetáculo : Transparência

Duração : 50 minutos

Dias : Todas as Quartas- feiras

Horário : 21 horas

Gênero: Comédia dramática

Estréia para Convidados :18 de Maio de 2011 as 21hs

Curta Temporada: 18-05-11 à 30-06-11

Censura 14 anos

Local : Teatro do Ator

Endereço: Praça Roosevelt, 172 Consolação SP

Tel. 011 3257-2264

Rampa de acesso à Deficiente - SIM

Estacionamento Conveniado – SIM  

 

Sebah Vieira
produtor, diretor e ator
Tel.011 3221-3340 / 8098-7838 / 74969009


email:sebahvieira@gmail.com

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Sylvia Bandeira revive a diva Marlene Dietrich

Fonte: Mona Dorf

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A biografia musicada Marlene Dietrich – as pernas do século, com texto de Aimar Labaki, reestreia hoje, 06/01, quinta-feira, às 20h, no Rio de Janeiro, no Solar de Botafogo. Essa é a primeira montagem teatral brasileira sobre um mito: Marlene Dietrich. Sex symbol, sinônimo de sofisticação e sensualidade, ela viveu o apogeu da Berlim dos anos 20, a Hollywood dos anos 30 e 40. Recusou convite milionário de Goebbels, o poderoso ministro da propaganda de Hitler, para voltar a sua Alemanha natal.

 

No espetáculo, a atriz e cantora alemã, naturalizada norte-americana está perto de completar 90 anos de idade; ao mesmo tempo em que faz um balanço da carreira, conta e revive com bom humor passagens importantes de sua vida, cheia de amores…

Sylvia encarna a personagem como ninguém, utiliza todo seu charme, inteligência e memória para seduzir com sua história um jovem, vivido por José Mauro Brant. E seduz a plateia com sua performance.

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E como solta a voz! Sylvia Bandeira canta em inglês, francês, alemão e russo, também em português, em recriações de letristas e poetas brasileiros como Nelson Ascher e Aldir Blanc. Alterna texto e canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin. Aqui um pot-pourri com as francesas La Vie en Rose, Que Reste-t-il de Nos Amours e a emblemática Lili Marlene, que Marlene cantava para os soldados no front. Impossível não tremer de emoção ao vê-la contar como deparou, em plena guerra, com o ator que seria a sua grande paixâo.

“Logo no meu primeiro show, eu vi, eu não quis acreditar… Mas era ele mesmo, olhando pra mim! Parecia uma miragem: o comandante de tanque das Forças Francesas Livres, Jean Gabin!”

Atuação política

Durante a II Guerra, Marlene fez a sua parte. Seu campo de batalha vira outro, larga Hollywood e troca os palcos e o cinema, pela visitas aos campos das tropas aliadas. Marlene canta para animar os soldados…

O amor e o tempo, a ousadia e a reinvenção

Nas memórias, a história revisitada de uma mulher destemida que viveu uma vida plena, de amor e liberdade. Verdadeira musa, símbolo sexual, a grande artista foi também uma mulher corajosa, rebelde, que se opôs ao nazismo, deixando a Alemanha, tão logo pode. Ela tampouco, abriu mão do prazer. O casamento – até quase o fim de sua vida-, com um marido compreensivo, pai de sua única filha, não impediu que passassem por sua movimentada vida amorosa, grandes nomes do mundo artístico da época: o escritor Eric Maria Remarque, os atores Jean Gabin, Gary Cooper, os cantores Burt Bacharach, Frank Sinatra e Cole Porter.

Desde o início de sua carreira, Marlene esteve sempre no centro dos acontecimentos: na Berlim dos anos 20; em Hollywood, a partir dos anos 30; no front da II Guerra Mundial, quando cantou para os soldados; em Paris e Nova York nas décadas seguintes. A biografia musicada recupera sua trajetória que se mistura com a história do século XX.

“Não se leva lanche a banquete!”

Marlene, contando ao rapaz, que não levava o marido às animadas festas de Berlim…

A diva Sylvia Bandeira conquista a plateia narrando alguns dos acontecimentos mais importantes do século 20, vividos por Marlene: a ascenção do nazismo, o glamour de Hollywood entre os anos 40 e 60, além de sua participação no front da II Guerra e de seu sucesso pelos palcos do mundo.

Foi a artista que mais arrecadou dinheiro para os bônus de guerra, depois passou o resto de sua vida, cruzando o mundo como a mais bem paga cantora de cabaret de seu tempo.

Marlene Dietrich- As pernas do século
Até 30 de janeiro de 2011
Local: Teatro Solar de Botafogo
Endereço: Rua General Polidoro, 180 – Botafogo / RJ
Datas e Horários: Quintas-feiras, às 20h; sábado, 21h30; domingo, 20h05
Este espetáculo não é indicado para menores de 14 anos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Lindos e longos a todo tempo

O que você acha de mulheres de meia-idade com cabelos longos? Recentemente, a sessão de moda e estilo do jornal nova-iorquino The New York Times publicou um artigo da escritora Dominique Browning (autora do livro “Slow Love: How I Lost My Job, Put on My Pajamas, and Found Happiness”), em que ela, uma mulher de 55 anos, fala de como encara manter, nesta idade, suas madeixas bem longas.

Enquanto a maior parte das mulheres, ao ficarem mais velhas, corta os cabelos mais curtos, Dominique considera que seus longos fios são uma declaração de independência, exatamente por saírem do padrão. Segundo ela, entre algumas das críticas que recebe de sua família e amigos está a de que ter cabelos longos nessa idade a faria perder sua credibilidade como profissional; ou que a faz parecer como se vivesse nos anos 70; e pior: que seus cabelos estão ficando grisalhos, então mantê-los bonitos compridos assim daria muito trabalho e despesa.

A escritora não tem medo do desafio. Pelo contrário, seus cabelos longos são motivo de prazer, mesmo nos pequenos rituais do dia a dia, como poder fazer um rabo-de-cavalo que balança de verdade ou ter que casualmente tirar as mexas de dentro do seu casaquinho depois de vesti-lo.


Dominique Browning (Foto: divulgação)

Sophia Loren – atriz italiana (Foto: reprodução)

Emmylou Harris – cantora norte-americana (Foto: reprodução)

Clarice Niskier – atriz brasileira (Foto: reprodução)

Mais do que uma questão estética, optar por cabelos curtos ou longos, seja na idade que for, tem que deixar as mulheres à vontade, felizes e seguras. E para isso, é importante manter os fios bem cuidados. Se a sua escolha também é conservar um comprimento maior, mesmo com o passar dos anos, você deve experimentar a linha Time Reset da Redken, que combate os sinais dos fios desgastados pelo aging capilar. Os produtos garantem a proteção e o fortalecimento da fibra do cabelo e aumentam sua resistência, espessura e brilho.

O importante é que, com os fios lindos e tratados, mulheres maduras também possam sentir, como Dominique, a beleza de seus cabelos mais além: quem sabe trançá-los pela manhã e deixar que alguém os desenrede à noite…

Fonte: http://redkenbrasil.com/

sábado, 20 de novembro de 2010

Divas do Cinema

por Patricia Zambardino

A moda se inspira nos grandes filmes para criar sua coleções. Nada melhor que fazermos uma retrospectiva para lembrar a classe, o charme, as grandes mulheres que se escondiam atrás de cada personagem.

Bebe Daniels (1901 – 1971)

Marlene Dietrich (1901 – 1992)

Greta Garbo (1905 – 1990)

Ava Gardner (1922 – 1990)

Marilyn Monroe (1926 – 1962)

Grace Kelly

Elizabeth Taylor (1932 – living)

Barbra Streisand (1942 – living)

Brigitte Bardot (1934 – living )

Audrey Hapburn

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domingo, 15 de agosto de 2010

Manual da mulher ultrasexy

Scheila Carvalho, Daniele Winits e outras poderosas entregam a receita da sensualidade feminina

Andrea Giusti, iG São Paulo 

Foto: Leo Faria
Scheila Carvalho já foi considerada uma das mulheres mais sexy do Brasil
A sensualidade feminina não é assunto fácil para qualquer uma. Insinuações, roupas provocantes e maquiagem são as principais armas de quem domina a arte de seduzir. Famosas consideradas sexy por homens e mulheres dão dicas às leitoras do Delas; saiba quais são as apostas de Scheila Carvalho, Cláudia Raia, Daniele Winits e outros mulherões!
Scheila Carvalho, ex-dançarina do “É o Tchan”
“Coloco um lindo vestido com as pernas à mostra e invisto no olhar, que é a minha maior arma”.
Cláudia Raia, atriz e bailarina
“O olhar é a coisa mais sexy, ele diz tudo. Não adianta um salto alto ou uma meia-calça se a mulher não mostra a intenção”.
Syang, cantora e escritora
“A autoestima lá em cima é fundamental. Para isso, é preciso estar com a depilação em dia, ficar cheirosa e se achar linda. Uma lingerie nova também ajuda". 
Carolinie Figueiredo, atriz
“Rímel é ótimo. O olhar é a coisa mais sexy”.

Daniele Winits, atriz

“A mulher não precisa se despir para ser sensual. Q
uanto mais você se esconde, mais se faz misteriosa”.
Giulia Gam, atriz
“Tem o lance do cabelo, meia-calça, seios bonitos, batom vermelho, cílios... Mas a mulher precisa se sentir confortável. Você até pode colocar salto, fenda, saber usar o cabelo, mas se não estiver segura, não adianta”.
Caroline Bittencourt, modelo
“Lingerie sexy é uma boa, mas, além disso, a mulher tem que se sentir bem. Dessa forma, ela cria autoestima e o homem tende a considerá-la mais sexy”.

Foto: Arquivo
Caroline Bittencourt sensual em ensaio para o iG Gente
Guilhermina Guinle, atriz
“Acho que um bom salto alto diz tudo. Deixa o corpo mais alongado, uma postura bonita e faz ficar sexy”.
Letícia Spiller, atriz
“Pode botar decote e minissaia, mas, se não estiver à vontade, vai se sentir um lixo. Não adianta ficar sensual e toda durona, sem se sentir bem. Mas eu voto o decote e a minissaia”.

Foto: - Divulgação
Cacau se cobre de chocolate em fotos da Playboy
Cacau, ex-BBB10
“Uma mulher bem perfumada é sexy. Salto fino, boca atraente com gloss na medida certa e unhas vermelhas também fazem toda a diferença”.

Branca, gêmea do nado sincronizado

“O bronzeado é essencial. O cabelo precisa estar perfeito, o perfume tem que ser marcante e a roupa elegante”.
Bia, gêmea do nado sincronizado
“Acho sexy um rímel forte para deixar o olhar bem penetrante, além de um bom perfume. Não sou de usar nada provocante demais, acho que a discrição desperta a curiosidade nos homens”.
Wanessa Camargo, cantora
“A mulher deve valorizar o que tem de melhor. Se for os seios, coloca um decote. Se for a perna, uma minissaia. Se quer marcar a cintura, uma roupa própria para isso”.
Leia também: 20 dicas para conquistar ou turbinar o  seu orgasmo

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Kathryn Bigelow pode ser primeira mulher a ganhar o Oscar de direção - Último Segundo / Cultura - IG









Os holofotes estavam todos voltados para "Avatar", seu recorde bilionário de bilheteria e a vitória de James Cameron no Globo de Ouro. Em menos de uma semana, no entanto, Kathryn Bigelow, ex-mulher do diretor, passou a ser o centro das atenções. Seu filme "Guerra ao Terror" venceu há poucos dias dois importantes termômetros do Oscar: o prêmio do Sindicato dos Produtores e do Sindicato dos Diretores, que escolheu uma mulher pela primeira vez em 62 anos. Além disso, "Guerra ao Terror" dividiu com "Avatar" o maior número de indicações ao prêmio da Academia de Hollywood, nove. A volta por cima será completa a partir desta sexta-feira (05), quando o filme, lançado no Brasil direto em DVD, chega aos cinemas.
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