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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Quando me amei de verdade



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparado, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
By: Charles Chaplin

terça-feira, 26 de março de 2019

História do Carnaval

A comemoração grega que gerou a grande festa.

O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.




A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.





Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.


A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

sábado, 3 de setembro de 2011

Palco da Vida


Por: Regina Volpato

Regina Volpato 01Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá à falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!

sábado, 21 de maio de 2011

Transex: é o novo tema da montagem de “Transparência”, que promove novamente encontro de Nelson Albissú e Sebah Vieira

JHENIFFER LUDERITZ vive sua primeira personagem transexual : “Claudia Rosas”

PRÊMIO PROAC E SECRETARIA DO ESTADO DE CULTURA DE SP

 

APRESENTA:

 

SINOPSE

Entre o glamour e dificuldades da carreira de um artista para chegar ao sucesso: Claudia Rosas é uma transexual, que mora em uma pensão e vive maus bocados no seu dia a dia. Do ápice das gargalhadas ao drama mais profundo: assim é a trajetória desta personagem rica de fantasias, sonhos e tristezas.

O AUTOR E DIRETOR TÊM TRAJETÓRIAS DISTINTAS

Ambos premiados e reconhecidos, seguem um caminho diferente da personagem Cláudia Rosas.Nelson Albissú e Sebah Vieira não vivem mais o deslumbramento de artistas iniciantes, ao mesmo tempo em que não se prendem à brevidade do reconhecimento e continuam buscando trabalhos de qualidade.

O tema central é a história de uma atriz que tenta fazer sucesso, mas é obrigada a lidar com o preconceito e descaso. O espetáculo mostra um outro lado do anonimato: aquele em que um artista tenta fazer sucesso e ser reconhecido. Além da critica da busca pela fama, a mensagem que o espetáculo passa é de alerta, para as dificuldades da profissão de artista, principalmente numa época em que o talento parece ter sido deixado de lado para que a beleza se torne o item mais importante de um currículo.

A peça faz rir e refletir com as personagens cheias de vida e humor e, ao mesmo tempo, muito bem construídas e de paralelos traçados com a tumultuada vida dos artistas de hoje. Segundo o diretor, a encenação caminhou junto aos os elementos de idéias que vinham surgindo, seguindo a linha teatral da comédia. A peça de Nelson Albissú uma comédia que ri e faz lembrar que o artista que sonha, precisa saber que não há somente alegrias na vida, mas, às vezes, grandes desilusões.

“O espetáculo possui uma vibração que surpreende o espectador, desde as primeiras falas até o desfecho carregado de emoções”, conta Sebah Vieira. A direção busca manter a riqueza do texto e também explorar a experiência da atriz, estimulando o senso de humor de cada um deles.

JHENIFFER LUDERITZ Cursou Escola Tablado - RJ, Laura Alvim - RJ, Nilton Travesso - SP, Grupo Tapa (Convidada pelo ator/diretor Guilherme Santana) e Estúdio Fátima Toledo. Gravou muitos programas na Rede Globo, como: Linha Direta, Angel Mix, Zorra Total e novela Esplendor. No teatro, atuou em inúmeras peças: “Memória de um cabo de vassoura”, “Machadiando”, “Brincando de Brincar”, “A Bela e a Fera”, “Vem buscar-me que ainda sou teu”,etc. Participou também de musicais, tanto cantando, quanto atuando como bailarina Flamenca, dentre eles, “Fronteiras da Alma”, “Mapas da Vida” (Teatro Fábrica) e “Tecendo Almas” (Teatro Viga).

Participou de quadros televisivos como: Riso e Improviso, Show de Improviso, Aero Tom, Batalha dos Humoristas e O Curral, todos quadros do programa Show do Tom – Rede Record.

AUTOR – NELSON ALBISSÚ (Atualmente o autor é diretor de cultura da Prefeitura de Mogi das Cruzes em SP)

Mestre em teatro, formado pela Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA). Como dramaturgo escreveu várias peças entre elas: A Última Estação, Transparência, O Encontro em Tremim, D’ Olho no Brasil, Entardecer, Circo de Bichos, Carrossel de Histórias, Mulheres à Vista, entre outros. Como diretor, além de textos próprios, dirigiu “As Troianas” e “Medéia” de Eurípides, textos da obra de Moliere, Gógol e Shakespeare e Teatro Infantil. Nelson é professor de teatro e leciona na Universidade Católica da Santos, Fundação Lusíada, Santos e Universidade de Brás Cubas em Mogi das Cruzes. Tem 44 livros de literatura infanto-juvenil publicado E PREMIADOS como melhor Juvenil94 – Prêmio Adolpho Aizen.

DIRETOR - SEBAH VIEIRA - Comemorando 15 anos de carreira o ator já atuou em diversas novelas da Rede Globo como “Chiquinha Gonzaga”, “Vira – Lata”, “Sala e Merengue” e o “Fim do Mundo”, além de participar da série A Princesa Isabel e Marquesa de Santos na TV Cultura. Atualmente estava em TITITI Globo

No cinema: Atuou em A Curra, O Maior Amor de Todos e Vudu, Juizo final.

No teatro: Atuou em A Paixão de Cristo, Apocalipse, Sete Gastinhos, Salomé, Três Marias, Heliogabalo, Transparência, Bonitinha mas Ordinária, Bonifácio Bilhões, Deus lhe Pague, A estrela Sou Eu, entre outras.

Como Apresentador: Apresentou o programa Casa & Cultura na TVA e o programa Central de Cultura na CNT por dois anos, ganhando os prêmios de melhor programa pela Camara Municipal de SP e o premio destaque da Revista Objetiva.

FICHA TÉCNICA

Texto de Nelson Albissú

Direção de Sebah Vieira

Coreografias e Preparação Corporal – Robson Bispo

Fotografia – Batista Lima

Cenário – Sebah Vieira

Iluminação – Gustavo Soares

Sonoplastia – Vagner Cezarei

Contra-Regra - Wemerson Vieira

Produção – Central de Cultura Entretenimento

Assessoria de Imprensa – JR Assessoria

SERVIÇOS

Espetáculo : Transparência

Duração : 50 minutos

Dias : Todas as Quartas- feiras

Horário : 21 horas

Gênero: Comédia dramática

Estréia para Convidados :18 de Maio de 2011 as 21hs

Curta Temporada: 18-05-11 à 30-06-11

Censura 14 anos

Local : Teatro do Ator

Endereço: Praça Roosevelt, 172 Consolação SP

Tel. 011 3257-2264

Rampa de acesso à Deficiente - SIM

Estacionamento Conveniado – SIM  

 

Sebah Vieira
produtor, diretor e ator
Tel.011 3221-3340 / 8098-7838 / 74969009


email:sebahvieira@gmail.com

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Balé Clássico traz benefícios para corpo e mente por Natália Vizza

Não se fala em outra coisa a não ser a estreia do filme Cisne Negro, que chegou aos cinemas brasileiros na última sexta-feira, 4 de fevereiro. Estrelado por nada mais que Natalie Portman, a atriz interpreta uma bailarina de destaque de uma cia de balé da cidade de Nova York. A atuação no filme rendeu a ela prêmio no Globo de Ouro e no Screen Actors Awards, além de ser a favorita ao Oscar de melhor atriz.

Já que o assunto da vez é o mundo artístico, resolvemos falar um pouquinho sobre as características principais da dança. Quando você pensa em uma bailarina o que vem à cabeça: leveza e suavidade? Nada disso! Engana-se quem pensa que o balé é um esporte para meninas delicadas e suaves. Não é nada fácil passar horas em atividades de condicionamento físico que busquem a perfeição dos movimentos.

Uma pesquisa feita pela Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, mostrou que, na comparação entre a natação e o balé clássico, a dança apresenta melhores resultados em sete de dez medidas de condicionamento físico. O estudo comparou o condicionamento e o desempenho de membros do Royal Ballet com o de nadadores da seleção olímpica britânica.
Pois é, horas e horas de ensaio, dores por todo o corpo, disciplina, concentração e principalmente, dedicação. Essas são algumas das características dessa arte que têm encantado a todos com a estréia do novo filme.

Por trabalhar todos os músculos do corpo, o exercício faz com que a musculatura fique rígida, sem nenhuma gordurinha fora do lugar. Afinal, todas as áreas são trabalhadas em conjunto: pernas, abdome, braços, costas, glúteos. Tanto esforço e dedicação, fazem do balé um dos esportes mais estruturados e bem trabalhados.

Mas não para por aí não, além de executar os passos e manter a técnica, a bailarina precisa contar a história daquilo que está dançando através de seus movimentos e sua simetria, quase que perfeita. Essa arte consiste em três elementos principais: técnica, música e atuação. A dança permite que os bailarinos se expressem artisticamente, e essa experiência pode ser passada para aspectos como: disciplina da mente e do corpo, postura, controle, conhecimento e habilidade corporal, coordenação motora e equilíbrio.

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Nova modalidade de aula combina postura do ballet com pilates

Acesse também a versão mobile pelo seu celular. Clique em www.cristianaarcangeli.com.br ou www.hands.com.br nos canais Mulher e Variedades

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Sylvia Bandeira revive a diva Marlene Dietrich

Fonte: Mona Dorf

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A biografia musicada Marlene Dietrich – as pernas do século, com texto de Aimar Labaki, reestreia hoje, 06/01, quinta-feira, às 20h, no Rio de Janeiro, no Solar de Botafogo. Essa é a primeira montagem teatral brasileira sobre um mito: Marlene Dietrich. Sex symbol, sinônimo de sofisticação e sensualidade, ela viveu o apogeu da Berlim dos anos 20, a Hollywood dos anos 30 e 40. Recusou convite milionário de Goebbels, o poderoso ministro da propaganda de Hitler, para voltar a sua Alemanha natal.

 

No espetáculo, a atriz e cantora alemã, naturalizada norte-americana está perto de completar 90 anos de idade; ao mesmo tempo em que faz um balanço da carreira, conta e revive com bom humor passagens importantes de sua vida, cheia de amores…

Sylvia encarna a personagem como ninguém, utiliza todo seu charme, inteligência e memória para seduzir com sua história um jovem, vivido por José Mauro Brant. E seduz a plateia com sua performance.

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E como solta a voz! Sylvia Bandeira canta em inglês, francês, alemão e russo, também em português, em recriações de letristas e poetas brasileiros como Nelson Ascher e Aldir Blanc. Alterna texto e canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin. Aqui um pot-pourri com as francesas La Vie en Rose, Que Reste-t-il de Nos Amours e a emblemática Lili Marlene, que Marlene cantava para os soldados no front. Impossível não tremer de emoção ao vê-la contar como deparou, em plena guerra, com o ator que seria a sua grande paixâo.

“Logo no meu primeiro show, eu vi, eu não quis acreditar… Mas era ele mesmo, olhando pra mim! Parecia uma miragem: o comandante de tanque das Forças Francesas Livres, Jean Gabin!”

Atuação política

Durante a II Guerra, Marlene fez a sua parte. Seu campo de batalha vira outro, larga Hollywood e troca os palcos e o cinema, pela visitas aos campos das tropas aliadas. Marlene canta para animar os soldados…

O amor e o tempo, a ousadia e a reinvenção

Nas memórias, a história revisitada de uma mulher destemida que viveu uma vida plena, de amor e liberdade. Verdadeira musa, símbolo sexual, a grande artista foi também uma mulher corajosa, rebelde, que se opôs ao nazismo, deixando a Alemanha, tão logo pode. Ela tampouco, abriu mão do prazer. O casamento – até quase o fim de sua vida-, com um marido compreensivo, pai de sua única filha, não impediu que passassem por sua movimentada vida amorosa, grandes nomes do mundo artístico da época: o escritor Eric Maria Remarque, os atores Jean Gabin, Gary Cooper, os cantores Burt Bacharach, Frank Sinatra e Cole Porter.

Desde o início de sua carreira, Marlene esteve sempre no centro dos acontecimentos: na Berlim dos anos 20; em Hollywood, a partir dos anos 30; no front da II Guerra Mundial, quando cantou para os soldados; em Paris e Nova York nas décadas seguintes. A biografia musicada recupera sua trajetória que se mistura com a história do século XX.

“Não se leva lanche a banquete!”

Marlene, contando ao rapaz, que não levava o marido às animadas festas de Berlim…

A diva Sylvia Bandeira conquista a plateia narrando alguns dos acontecimentos mais importantes do século 20, vividos por Marlene: a ascenção do nazismo, o glamour de Hollywood entre os anos 40 e 60, além de sua participação no front da II Guerra e de seu sucesso pelos palcos do mundo.

Foi a artista que mais arrecadou dinheiro para os bônus de guerra, depois passou o resto de sua vida, cruzando o mundo como a mais bem paga cantora de cabaret de seu tempo.

Marlene Dietrich- As pernas do século
Até 30 de janeiro de 2011
Local: Teatro Solar de Botafogo
Endereço: Rua General Polidoro, 180 – Botafogo / RJ
Datas e Horários: Quintas-feiras, às 20h; sábado, 21h30; domingo, 20h05
Este espetáculo não é indicado para menores de 14 anos.

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